Especial Espacial / Special Spatial

in english below…

CIMG0724

Dia especial

Espacial. Lá do alto das estrelas alguém observa o mundo pequeno. E seus pequenos seres. Entre os seres; animais e vegetais. Seres que vivem na terra e os que olham de volta para as estrelas. De olhar para as estrelas eu entendo; não é um olhar com desejo ou esperança. É olhar de admiração e inspiração. As estrelas fazem do dia especial, e estão sempre ali, parece que igual que no dia anterior. Constantes e brilhantes. Especiais e comuns. Os seres estrelares não sei o que pensam, mais se eu tivesse que dar um palpite diria que se assustam; se divertem; se emocionam…diria que somos uma miscelânea de sentimentos, tipos, cores e formas. Que somos essa mistura de uma mesma alma pura e divina; perdida em dúvidas e acertos.

Pensando no dia do nascimento; imagino o critério de cada alma antes de se transformar em criança nos braços de pais terrenos. A necessidade de aprendizado, de vida mundana, de distribuir amor. E a necessidade de estes pais de viver a criança. Nosso dia de nascimento reserva uma mudança grande de estado: divino, aquático e terrestre com olhar nas estrelas. Uma criança pequena caminha ainda com pezinhos leves de quem ainda não criou raízes e ao mesmo tempo está tão conectado. A mãe ajuda nessa transição, como um transformador de energia que conhece um pouco de dois mundos. O divino na gravidez e o terreno como experiência de dia-a-dia. Nós carregamos esse dia do nascimento durante toda nossa vida.

Depois que ‘des aprendemos’  nossa proximidade com a fonte e aprendemos a ser ‘individuo’; alguns voltam a buscar essa conexão. Olhar para os astros e para todos estes seres que nos rodeiam, e buscar. Buscar a forma de amar sem necessidade de afunilar o amor; sem necessidade de escolher quem vamos amar ou atuar como se o amor fosse finito.

O amor é latente.

O amor é latente em tudo que fazemos se nos permitirmos. O que parece extremamente fácil, se transforma em busca de vida. Permitir-nos amar a todos os seres; buscar a forma de amar a todos os seres. No caminho dessa busca, muitos nos perdemos e nos confundimos. Minha conclusão é que devemos encontrar a ferramenta adequada para ajudar nessa busca…

Observar o uso dessa ferramenta. Ela exclui ou inclui? Se ela exclui, não deve ser o caminho certo. O caminho de amar a todos os seres só envolve incluir. Incluir a nós mesmos, incluir as pessoas que estão a nossa volta, incluir os animais, incluir as plantas, incluir a terra, incluir, incluir. Transformar o respeito em amor. E finalmente ser capaz de amar todos os seres sem descriminação.

*Incluir significa respeitar; aceitar as diferenças e entender o que temos em comum; significa não impor nossa vontade (como fazemos com a natureza a nossa volta, com seres, com idéias).

Texto: Paloma Villela
Foto: Paloma Villela


 

Special day

Spatial. From above the stars someone observes the small world. And their small beings. Between beings; animals and plants. Beings living on earth and looking back to the stars. To look at the stars is something that I know. It’s not a look with desire or hope. It’s a look of admiration and inspiration. The stars make the day special, and are always there; they look like the day before. Constant and bright. Special and common. The stellar beings’ thoughts I don’t know; but if I had to guess I would say they’re frightened; they have fun; they thrill… and that they say we are a hodgepodge of feelings, types, colors and shapes. That we are the mixture of the same pure and divine soul; lost in doubts and successful choices.

Thinking about the day of birth; I imagine the criterion of every soul before becoming a child in the arms of its earthly parents. The need of learning, of worldly life, of distributing love. And the need for these parents to live the child. Our day of birth reserves a large change of state: divine, water and earth with star-gazing look. A small child still walks with the light feet of one who hasn’t put roots down and at the same time is so connected. The mother helps with this transition, as an energy transformer that knows a little of both worlds. The divine in pregnancy, and the ground as day to day experience. We carry this day of birth throughout our lives.

After ‘de-learning’ our proximity to the source and learning to be ‘individual’; some come back to look for this connection. Look at the stars and all these beings that surround us, and seek. Find how to love without need of funneling love; no need to choose who we love or act as if love was finite.

LOVE IS LATENT.

Love is latent in everything we do if we allow ourselves so. What seems extremely easy, turns into a search of life. To allow ourselves to love all beings; To look for ways to love all beings. In the path of this search, some of us get lost and confused. My conclusion is that we must find the right tool to help in this quest…

Observe the use of this tool. Does it exclude or include? If it excludes, it won’t be the right way. The path to love all beings involves only inclusion. Including ourselves, include people who are around us, including the animals, including the plants, including the earth, including, including. Transforming the respect into love. And finally being able to love all beings without discrimination.

*To include means to respect; accept differences and understand what we have in common; this means not to impose our will (as we do with the nature around us, with beings, with ideas).

Text: Paloma Villela
Photo: Paloma Villela

Advertisements

About Padmaworld

www.padmaworld.com

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out /  Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out /  Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out /  Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out /  Change )

Connecting to %s

%d bloggers like this: